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Anarquia em mim: A influência de H.D. Thoreau nesse mundo sem paz.

Gandhi e Martin Luther King também beberam em sua fonte no século do totalitarismo e das guerras mundiais.

“A virtude a que chamamos de boa vontade entre homens é apenas a virtude dos porcos no chiqueiro, que dormem juntinhos para se aquecer.”
Henry David Thoreau (1817-1862)


Parem as máquinas! Melhor, digo, chega de mal entendidos. 

Vamos deixar claro, cristalino: sobre COP30, meu lugar de fala nesse perrengue é como belenense. Melhor: paraibano de sangue nascido na Maternidade do Povo. Em 1972. 

Batizado na Igreja da Trindade, pai de quatro belenenses, criado no bairro de Nazaré. Dito isso, meu papo é legado. E nesse particular, a nossa cidade melhorou 1.000%. 

E tem mais, sou Paysandu e muito a fim de onda. Mais ainda: filho de migrantes, já dei o abra duas vezes antes. Mas sempre voltei. Sacou? 

E você, já foi nessa e voltou? De sei lá onde para outra qualquer paragem? 

Pitaco furado

Enfim, tem muita gente dando bastante pitaco onde não deve. Sem lugar de fala. Só dando migué. Dizendo caô. E papo furado. 

Fazendo proselitismo barato. Descarado. Recalcado. Sendo desarrazoado tipo aquele prefeito de Parauapebas, cretino que agrediu um nosso colega. 

Pacíficos

Eu estava pronto pra falar do meu guru Henry David Thoreau, o mesmo que inspirou dois pacifistas, os quais, decerto, amariam a Belém da COP30: Mahatma Gandhi e Martin Luther King. 

Mas os filisteus não me dão paz. Afinal, mexeu com a minha Bel, me chamou pra briga. Pro pau. 

Meio cheio

Por outro lado, seus hijos de raparigas, se tem uma coisa que nos têm enchido de orgulho é o encantamento com a nossa cidade da absoluta maioria que aqui chegou; gente boa e do bem, tipo Sônia Bridi, e a fidalga presença do up to date Fernando Gabeira, entre outros menos votados.

Sim, não vou esnobar e citar a rainha Silvia, da Suécia, ou a Mary, da Dinamarca. Muito menos o herdeiro do trono inglês, porque dele já falei, ou o arroz de festa Emmanuel Macron, presidente da França, que já é de casa… Casa Combu, diga-se de passagem… 

Meio vazio

Quero falar de gente boa ou nem tanto, que só vê ou enxerga o copo meio vazio. Com vocês, poderia falar da minha raiz, a anarquia.

Sim, sempre fui anárquico. Provinciano, Paraíba nascido aqui, mas muito a fim de onda. Já disse.

Fui “convidado a me retirar” de colégio onde estava desde a alfa - na minha época era assim que se chamava -, porque me recusava a cumprir as “regras do jogo”. E olha que sempre passava de ano na moral, numa boa. 

Sacou again? Pois hoje, tipo o Lula deslumbrado daquele segundo mandato que “acordou invocado” e ligou pro Bush, me senti do mesmo jeito. Resolvi ligar o fo%$3-se. 

Mundo em perigo

Sim, esse papo de aquecimento global e mudanças climáticas é muito perigoso e delicado. Mas o perigo mesmo, valendo, mora ao lado e está pra cair de maduro… 

Um ainda pior e mais perigoso atende pelo nome de Vladimir Putin e é de fomentar o risco de guerra mundial consagrado no século passado. Ele e outros mais.

Sim, o mundo está outra vez em perigo. Sem paz. Com Putin, Maduro, et caterva, o bicho sempre pega. 

Discípulos de Stálin, Fidel, Hitler e Mussolini, eles têm maldade, tipo Hamas, para tudo que é mau gosto.  

Graças a Deus

Pois é, resolvi declarar a quem interessar possa que, antes de tudo, logo, before me tornar um homem de direita - raiz - no crepúsculo do século passado, o meu, donde vim, ainda que abrigado no PSDB, um partido reformista de centro-esquerda, fui e sempre serei um anarquista.

De direita, anticomunista, mas anarquista. E, nesse particular, devoto do yankee raiz Henry David Thoreau. 

Mais dele do que do francês Proudhon ou do russo Bakunin, todos do mesmo tempo, o longínquo mas profícuo século XIX em sua primeira metade. Sacou?, o mesmo de Napoleão Bonaparte.

Invocado

Digo isso porque, invocado, tô de saco cheio de gente que admiro, sim, afinal os que desprezo que falam mal da COP30 e de Belém, pouco me importo.

Até porque, quem trouxe essa conferência que mudou a história da minha cidade natal pra cá foi o nosso governador, com Lula de seu fiador, e a quem sou opositor desde os tempos das refregas PSDB x PT no também algo longínquo final do século XX, donde, repito, eu vim, bem como na alvorada deste um que segue mais esquisito que de hábito.

Valeu, Lula, essa devo, como paraense, pra ti. Afinal, se numa democracia há de se ter quem nos governe, a boa educação recomenda sermos gratos ou menos reconhecer os méritos. 

No mais, vou falar de Thoreau, mas vai ficar para depois da conferência que encantou tanta gente boa muito além do meu setor.

Aforismos 

Por ora, deixo com vocês, além da epígrafe dedicada a incautos tipo Arthur do Val, o Mamãe Falei, dois outros aforismos dos meus gurus anarquistas. E ainda faltou o russo Bakunin. 

Sim, russo, mas desafeto de Karl Marx, o que, por si só, já me faz seu fã. Mas essa é outra história… 

Lembrem-se, anarquista raiz, de base americana, zero comuna, nunca pelego ou pilantra. 

Vem aí a parte 2. Depois da COP30. 


“A coisa mais benigna que se pode dizer sobre o governo é que é uma conveniência inconveniente.”
Henry David Thoreau (1817-1862)


Ser governado é ser observado, inspecionado, regulado, apregoado com sermões, doutrinado, estimado, analisado, censurado, comandado por criaturas que não possuem nem o direito, nem a sabedoria, nem a virtude para fazê-lo.”
P.J. Proudhon (1809-1865))




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Toni Remigio
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