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Relatório aponta avanço da mineração ilegal de ouro na Amazônia

Um relatório produzido pela Abin (Agência Brasileira de Inteligência), e divulgado pela Folha de S. Paulo, mostrou o avanço significativo da mineração ilegal de ouro pela Amazônia, mais especificamente na fronteira entre o Brasil e a Colômbia.

O estudo concluiu que a atividade é o maior ilícito da região, e atrai muitos criminosos para a prática. Segundo a Folha, o avanço se dá por uma variedade de fatores, como o aumento do preço do ouro no mundo, a presença escassa do Estado em algumas regiões, etc.

O documento aponta o narcotráfico, a mineração ilegal de ouro e o tráfico humano como as principais ameaças para a segurança humana e ambiental da Amazônia. É o primeiro documento público conjunto entre serviços de inteligência sul-americanos sobre esses temas.

Segundo a Folha, estima-se que no Brasil a mineração ilegal responda por cerca de um terço de toda a produção anual de ouro. Na faixa de fronteira amazônica, esse cenário é mais crítico: a atividade predomina, e praticamente todo o ouro extraído tem origem ilícita.

O relatório afirma que a principal modalidade de mineração praticada na Amazônia é a de aluvião, caracterizada pela extração de minerais, sobretudo do ouro, a partir de depósitos sedimentares localizados nas margens e no leito dos rios. Além da contaminação dos rios e o desequilíbrio ecológico que a prática pode ocasionar, a atividade impulsiona o desmatamento.

As operações de mineração ilegal de ouro na fronteira entre Colômbia e Brasil envolvem quatro categorias principais: as redes criminosas, os grupos armados ou crime organizado transnacional, a mão de obra e os facilitadores.

Créditos da imagem: Agência Brasil.




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Toni Remigio
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