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ONG aponta aumento da extração ilegal de madeira no Pará

Informações divulgadas pela ONG

britânica Environmental Investigation Agency (EIA) mostraram um aumento na extração ilegal de madeira no Pará. 


Os dados, divulgados pelo O Globo, mostram que, entre 2019 e 2024, a EIA identificou 53 mil metros cúbicos de madeira de alta qualidade do Pará com fortes indícios de extração ilegal. 


Além disso, o estudo identificou mais 25 mil

metros cúbicos de madeira foram

vendidos com suspeita de ilegalidades. Ao todo, os negócios ilegais envolveram 78 mil metros cúbicos de madeira nobre.


Segundo o estudo, foram identificadas 19 serrarias, 16 exportadores e 30 importadores nos Estados Unidos e União Europeia na cadeia ilegal de madeira.


As madeiras nobres são utilizadas inclusive para destinos de luxo. Exemplo disso foi a venda de ipês para instalação em hotéis das redes Marriott e Hyatt na Flórida, e para um espaço VIP do Grande Prêmio de Fórmula 1 de Miami em 2023.


O Regulamento Europeu da Madeira, que proíbe importações de regiões de desmatamento ilegal, já multou importadores identificados com produtos ilegais.


Como solução, uma proposta realizada em setembro, que envolve o Ministério Público do Pará, o MP Federal, Ibama e Secretaria Estadual de Meio Ambiente, sugeriu um rastreamento em tempo real do comércio de madeira no Pará. A ideia é seguir com a proposta para mitigar o comércio ilegal.




Créditos da imagem: Agência FAPESP.




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Toni Remigio
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