Novela sem fim: Sindmepa faz paralisação por anestesistas e acusa prefeitura de falhas na gestão da saúde em Belém.
Sindicato afirma que atrasos nos pagamentos se estendem desde 2024. Médicos estão sem trabalhar desde sexta-feira, 03.
Há anos a culpa era do Edmilson, sim, o Rodrigues (1997-2004). Entre 2005 e 2012, a responsabilidade coube, para a média do senso geral belenense (eleitores e/ou maiores de idade), a Duciomar Costa.
Nos oito anos seguintes, Zenaldo Coutinho foi outro que a população da capital reprovou na gestão da saúde. Eis que Ed voltou, teve Covid-19, e, se venceu a doença, perdeu a batalha da opinião pública. Fracassou.
Igor Normando foi eleito graças ao prestígio do primo, Helder Barbalho. E mesmo daqui do meu canto, aposto que gostaria de sentar na cadeira de prefeito e ensinar o político a governar na crise ou bonança.
A paralisação
O
Sindicato dos Médicos do Pará (Sindmepa) manifesta preocupação
com a paralisação dos médicos anestesiologistas em Belém desde a
Sexta-feira Santa, este ano, em 03 de abril. Segundo o Sindmepa, a
paralisação é motivada por atrasos nos pagamentos dos médicos que
se estendem desde 2024.
Alerta
A situação
reflete um cenário já previamente alertado pelos profissionais,
diante da falta de regularidade nos repasses e da ausência de
soluções efetivas por parte da gestão municipal.
Em nota
oficial, o sindicato afirma que o quadro atual evidencia falhas na
administração da saúde pública, especialmente no repasse de
recursos essenciais para a manutenção dos serviços de média e
alta complexidade.
Impacto
Isso,
afirmam os médicos, impacta diretamente a realização de cirurgias
e outros procedimentos e comprometendo o funcionamento da rede
assistencial.
A paralisação
ocorreu após sucessivas tentativas de diálogo, demonstrando o
esgotamento das condições de trabalho enfrentadas pelos médicos.
Segundo o sindicato, a continuidade desse cenário
compromete não apenas os profissionais, mas também a segurança e a
qualidade do atendimento à população.
Apoio
“Diante
disso, o Sindmepa reafirma seu apoio aos anestesiologistas, cobra da
Secretaria Municipal de Saúde a imediata regularização dos
pagamentos em atraso, defende maior transparência na gestão dos
recursos públicos e a adoção urgente de medidas que assegurem a
continuidade da assistência”, diz o texto da nota.
Afirmando no
final, “que seguirá acompanhando o caso e não medirá esforços
na defesa dos médicos e da população paraense” .
Fonte
“A saúde está tão largada que não tem um médico ou enfermeiro na alta gestão”, diz fonte ouvido por O Amazônico. Perguntado se havia alguma manifestação programada, o especialista na matéria foi categórico: “Não. Médico não faz manifestação. Simplesmente cruza os braços”, encerrou.
Com
informações e imagem: Sindicato dos Médicos do Pará (SINDMEPA)
