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Giro O Amazônico: Fim da COP 30 e seus legados em Belém.

Mais uma semana iniciando, e com ela, o Giro O Amazônico, que te atualiza das principais notícias do final de semana.


Fim da COP 30

Neste sábado, 22, finalizou a COP 30, que mobilizou a cidade de Belém inteira por duas semanas. O jornal O Globo realizou o balanço da conferência, e mostrou que, embora avanços significativos tenham sido feitos, a falta do caminho para diminuição dos combustíveis fósseis no documento final foi uma expectativa quebrada.


Por outro lado, foram incluídos no texto elementos importantes do chamado Objetivo Global de Adaptação, Programa de Trabalho de Transição Justa e foi destacado pela primeira vez o papel fundamental da população afrodescendente e dos direitos territoriais indígenas.


Segundo as regras da ONU, o Brasil ocupa a presidência da conferência climática até a realização da próxima edição, que acontecerá na Turquia.


O legado da COP 30

Dentre os vários legados deixados pela COP 30 na capital paraense, o jornal Folha de S. Paulo destacou uma das mais visíveis: a revitalização do patrimônio histórico.


Exemplo disso são os prédios históricos do Mercado de São Brás, Complexo dos Mercedários, os mercados do Peixe e da Carne, do complexo do Ver-o-Peso, armazéns do antigo porto de Belém, e o casario da Ladeira do Castelo.


O Mercado de São Brás, por exemplo, passou por um processo de restauro e requalificação e se transformou em um complexo gastronômico e cultural. Desde a sua inauguração, no mês passado, o espaço se tornou um dos mais concorridos de Belém.


Belém como capital do Brasil

Muito se especulava sobre como seria Belém como sede da COP 30, e pouco se acreditava que a capital paraense daria conta do recado.


Como o jornal Folha de S. Paulo mostrou, os espaços culturais e as festas ganharam os principais elogios. A questão do transporte foi um questão para os participantes da conferência, mas a hospedagem, que causou grandes polêmicas no início da COP, não teve mais questões durante o evento.


A cidade também fervilhou nos diversos espaços paralelos à conferência espalhados pela cidade.


China e UE na agenda climática 

Com a finalização da COP 30, o jornal Estadão fez um balanço e uma previsão, sobre o que podemos esperar da China e da União Europeia na agenda climática após a conferência.


Segundo especialistas, esperava-se que a China ou a UE tomassem a frente no debate, o que não aconteceu. Com os asiáticos em cima do muro e a Europa hesitante sobre compromissos que exijam mais dinheiro do bloco, a dianteira do debate segue vaga, o que tornam mais complexos os esforços para reduzir a alta da temperatura do planeta.


A China se movimentou pouco no tabuleiro nas duas semanas de COP, deixando de aproveitar a oportunidade para levar as discussões para um caminho interessante a Pequim. Os europeus, por sua vez, bloquearam as negociações por mais financiamento, principalmente para a adaptação.


Créditos das imagens: Agência Brasil, Agência Belém e Agência Pará.




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Toni Remigio
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