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Giro d’O Amazônico: encerramento da Cúpula dos Povos, Museu do Marajó e mais… Leia aqui.

Chegamos na segunda semana de COP 30! E para começar essa semana tão importante, vamos com o Giro d’O Amazônico para nos atualizar das notícias do final de semana.


Cúpula dos Povos encerra com banquetaço

Neste domingo, 17, a Cúpula dos Povos encerrou com um “banquetaço” na Praça da República, em Belém. As comidas foram preparadas pelos participantes da Cúpula.


Além disso, segundo a Folha, foi entregue uma carta ao presidente da COP30 com demandas da sociedade civil sobre temas sensíveis, como o fim da exploração de combustíveis fósseis. A Cúpula dos Povos reuniu cerca de 15 mil pessoas ao longo de cinco dias.


Acervo do Museu do Marajó é digitalizado

Um projeto da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro digitalizou algumas peças que estão no acervo do Museu do Marajó. Ao menos 47 vasos, urnas e outros artefatos raros foram catalogados em modelos 3D, e itens quebrados foram reconstruídos com auxílio da tecnologia. 


O projeto trabalha com escaneamento 3D em alta-resolução e com realidade aumentada. Após escanear as peças em diversos ângulos, o resultado passa por um refinamento para ficar mais próximo das peças originais.


O processo de digitalização do acervo busca democratizar o acesso a esse material marajoara, além de permitir recriar as peças caso seja necessário.


Pix completa cinco anos

Neste domingo, 16, o Pix completou cinco anos como forma de pagamento no Brasil. Este é o principal método para realizar pagamentos no Brasil.


Neste ano, de acordo com o Banco Central, foram R$ 28 trilhões em transações via Pix até outubro. Dados recentes mostram que 170 milhões de adultos e mais de 20 milhões de empresas usam o Pix.


Pesquisa busca revelar segredos das águas em Belém

O jornal O Globo destacou uma pesquisa que está tentando revelar os segredos das águas mais profundas. Os pesquisadores estão buscando fragmentos de DNA ambiental contidos nas águas para descobrir a vastidão da diversidade marinha e fluvial.


Além disso, a pesquisa utiliza de metabarcoding, ou seja, um método de análise molecular que usa sequenciamento de DNA em larga escala para identificar múltiplas espécies simultaneamente em uma amostra. É esse processo esta sendo realizado durante a COP 30 na expedição Rio - Belém, que coletou amostras do estuário amazônico. 


O objetivo é conhecer mais da vida aquática na Amazônia, que é pouco conhecida cientificamente e é muito vasta.


Com imagens: Agência Brasil e divulgação.




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Toni Remigio
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