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Desmatamento ameaça a captura de carbono na Amazônia

Pesquisadores da Rede Amazônica de Informação Socioambiental Georreferenciada (RAISG) descobriram que Amazônia deixará de capturar 2,94 bilhões de toneladas de carbono até 2030, caso o desmatamento não seja combatido na região.


O estudo revela ainda que, se as políticas de desmatamento seguirem como estão hoje, haverá perda na captura de carbono na ordem de 1,113 bilhões de toneladas nos próximos cinco anos.


Nesse sentido, os pesquisadores entenderam que um dos caminhos para a contenção das mudanças climáticas é a proteção das florestas mais preservadas da região, principalmente em terras indígenas e Áreas Naturais Protegidas.


Isso se deve pois tais áreas concentraram 61% do carbono florestal capturado em 2023 em toda a região amazônica.


A pesquisa recomenda que, para reverter a situação atual, deve se priorizar políticas que articulem ciência e saberes dos povos amazônicos e desenvolver modelos econômicos e tecnologias baseados em baixas emissões de gases de efeito estufa, além de promover o uso sustentável de florestas e sistemas hídricos.


A captura de carbono é, segundo o estudo, a absorção do gás pelas plantas, o que ajuda a controlar esse gás de efeito estufa, produzido em excesso principalmente pelo uso de combustíveis fósseis e pelo desmatamento causado por atividades econômicas, como a pecuária.


Com informações e imagem: Agência Brasil.




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Toni Remigio
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