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Paysandu! O tempo não para!

A ideia era desabafar ( mais uma vez) sobre a terrível fase do Paysandu, mas confesso que me faltam forças.  Então, mais uma vez, meu espaço dá voz ao desabafo de um torcedor. Segue texto do bicolor apaixonado Glauco Maurício Oliveira. A bela foto que ilustra o desespero bicolor é de Silvio Garrido.

“São 111 anos disparando contra o Sol, sendo forte por puro acaso, pelo peso e pela mística da camisa, pela pujança dos encantados da Amazônia, pela garra do seu maior patrimônio – a torcida!

Mas é impressionante como, nos grandes feitos do Paysandu Sport Club, não temos memórias claras de dirigentes com participação direta, tendo seus bons trabalhos coroados em nossa coleção de glórias e conquistas que tanto nos orgulham.

São figuras apagadas, medíocres, meros coadjuvantes; outros até jocosos e folclóricos, dignos de uma comédia pastelão de baixo orçamento.

E nós, torcedores, cansados de correr na direção contrária, sem pódio de chegada ou beijo de namorada, muitos de nós já nos achamos derrotados, pois, para quem muito erra, o tempo não para!

Em 2025, é inadmissível que o futuro do maior clube de futebol da região esteja sempre nas mãos de quem acredita que as coisas terão solução por um passe de mágica. Não queremos sobreviver sem arranhões da caridade de quem nos detesta. Chega!

A “piscina do clube” vive cheia de famílias que se revezam na incompetência administrativa, em vaidades provincianas – como conforto para meia dúzia na Curuzu, enquanto a imensa maioria paga caro e é exposta à própria sorte. Ideias não faltam, mas nem um banho de descarrego de um Megazord das erveiras do Ver-o-Peso as faria corresponder aos fatos.

A torcida do Paysandu não quer ver o futuro repetir o passado – esse museu de novidades sem brio ou grandeza. Se nos chamam de Papão da Curuzu, Alcatéia de respeito, vocês vêm e insistem em transformar a Curuzu em um pu*****

Por que mesmo? Que Cazuza me perdoe pela blasfêmia, mas já deu!

Alguém precisa esfregar na cara dos vaidosos que, no mundo profissional do futebol, o tempo… o tempo não para!”

Texto de Glauco Maurício Oliveira

Foto: Silvio Garrido




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Toni Remigio
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