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O desafio de Vandick

Atleta, coordenador de futebol, presidente, superintendente executivo, diretor-geral de futebol e, agora, gerente de futebol pela primeira vez. Essa é a mais nova e talvez a mais difícil missão de Vandick no Paysandu.  

É a sétima função diferente, exercida em sua sétima passagem pelo clube no qual o baiano fez história como jogador. Dizem que o 7 é místico na história do Paysandu Sport Club.  E nessa fase tenebrosa pós-rebaixamento,  qualquer ajudinha transcendental será bem vinda. Vandick assume a gerência de futebol dentro de um comitê que traz também um outro ex-presidente bicolor, Alberto Maia, no comando. 

A fase bicolor é uma das mais terríveis da história.  Em conversa com o eterno ídolo do Papão, o atacante responsável pela conquista da Copa dos Campeões e o carimbo no passaporte com a histórica participação na Libertadores, Vandick lembrou de 2013, quando era presidente do Paysandu, amargou o rebaixamento e, no ano seguinte conseguiu o acesso com o time treinado por Mazola. 

Agora é momento de correção de rota consciente, de decisões responsáveis e de retomada da credibilidade. Nada de promessas vazias, nem de salvadores da pátria. É tempo de trabalho silencioso, mesmo que passo a passo, num ritmo talvez mais lento para não cometer velhos erros.

O Paysandu já provou, ao longo de sua história, que sabe cair e sabe levantar (até porque quando perde, é por descuido, mas depois vem a virada). E sempre levantou mais forte.

A Curuzú, a torcida, a história incomparável, e a paixão continuam lá.

O Paysandu é maior do que qualquer crise.

E quem ficar, vai fazer parte da virada. Vandick merece fazer parte de mais esse capítulo tão sonhado pela Fiel.




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Toni Remigio
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