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No dia da Amazônia, unidades de conservação geram renda e bioeconomia no Pará

Hoje, 5 de setembro, é celebrado o dia da Amazônia. Nesse dia especial para quem vive da e na floresta, as unidades de conservação são responsáveis pela geração renda e pela bioeconomia no Pará.


Um dos espaços onde o ecoturismo está em foco é a Floresta Estadual de Faro, localizada no Oeste paraense. O uso da floresta para essa atividade contribui para a preservação da fauna e flora presente tanto na mata quanto no meio aquático. 


Já na Floresta Estadual do Trombetas, que abrange os municípios de Oriximiná, Óbidos e Alenquer, moradores tradicionais ajudam na conservação do espaço por meio da bioeconomia da castanha-do-pará, que, além de movimentar a economia, ajuda na disseminação da espécie.


A coleta de sementes de castanha ajuda tanto na conservação da floresta, ao proteger a mata, quanto ao gerar renda para as comunidades locais. 


Para além das florestas estaduais, a conservação ambiental também está presente na Terra Indígena Alto Rio Guamá, na divisa das regiões Nordeste e Sudeste do Estado, com atividades de extrativismo sustentável que conservam o bioma.


Com informações e imagem: Agência Pará.




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Toni Remigio
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