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No ano da COP, o jambu é a aposta para pratos típicos, cosméticos e bebidas alcóolicas

O jornal O Globo conversou com produtores agrícolas e empresários sobre o aumento da demanda do jambu, a hortaliça que pode ser utilizada em diversos preparos. No ano da COP30, quem cultiva o jambu já percebe o aumento da demanda, assim como aqueles que usam o “treme” da folha para cosméticos ou em pratos típicos da região.


O Globo entrevistou o agricultor José Erivaldo, que contabilizou 5 toneladas mensais de flor de jambu no ano de 2025. É um aumento de 50% comparado ao ano passado, segundo o agricultor.


A expectativa de José Erivaldo é, além de aumentar a produção, alavancar o faturamento. A projeção é chegar aos R$3 milhões, dobrando o faturamento de 2024.


Além dos pratos típicos paraenses, como o tacacá, o jambu estará presente em cosméticos e bebidas alcóolicas durante a COP30. A cachaça de jambu é um sucesso entre os visitantes do estado, e O Globo destaca também o licor de cacau com jambu, produto criado por Tatiana Sinimbu.


Os cosméticos também não ficarão de fora. O Globo conversou com Carla Vilanova, sócia-fundadora da loja Flor de Jambu, que comercializa mais de 200 produtos feitos de ingredientes da região amazônica. Para este ano, espera faturar R$ 800 mil, 70% a mais frente a 2024.


O jambu e sua versatilidade é a aposta para a COP30.


Créditos da imagem: UFT.





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Toni Remigio
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