Margem Equatorial é a nova fronteira energética do país: especialistas projetam triplicar as reservas petrolíferas.
A Margem Equatorial - faixa marítima entre o Amapá e o Rio Grande do Norte - se consolida como a nova fronteira energética do país, com potencial estimado em até 30 bilhões de barris de petróleo. Mas, o que pode-se esperar do futuro da região?
Especialistas preveem que que a região tem a possibilidade de triplicar as reservas petrolíferas nacionais. Caso se concretize, a Margem Equatorial pode superar áreas como a Costa da Guiana, que é um exemplo de rápido crescimento econômico devido ao Petróleo.
De acordo com o Geólogo Master da Petrobras e Coordenador Científico do Levantamento da Plataforma Continental (LEPLAC), Ramsés Capilla, apesar de o volume de reservas ainda ser incerto, a expectativa é a de que seja parecido ao encontrado em outros países sul-americanos.
A Petrobras está atuando na região, com a perfuração de um poço para pesquisa. Estão previstas ainda perfurações de outros 15 poços exploratórios, com investimentos superiores a US$ 2,5 bilhões nos próximos cinco anos.
Projeções da Petrobras apontam que, a partir da década de 2030, o Brasil poderá voltar a importar petróleo, diante do declínio natural dos campos atualmente em operação.
Com informações e imagem: Agência Marinha de Notícias.
