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Mal na foto ou vale tudo pelo voto: governo Lula prepara bomba fiscal para 2027.

Bilhões devem ser injetados na economia neste ano eleitoral em programas sociais turbinados, isenção do IR e foco nos endividados

O jornal O Globo desta segunda-feira, 06, e o site da BBC News Brasil, destacam medidas que o governo Lula 3 prepara com vistas a conter a estagnação com viés de baixa do presidente em todas as pesquisas eleitorais, bem como a avaliação negativa (desaprovação) na casa dos 60% do seu governo velho e sem novidade alguma.


No serviço brasileiro da estatal de notícias britânica, matéria assinada por Mariana Schreiber, de Brasília, destaca o nervosismo aparente do presidente e a pressão na Fazenda para estancar a crise que se avizinha, eleitoralmente falando.


De acordo com o texto, o governo petista adotou um conjunto de medidas para aumentar o poder de compra da população, aquecer a economia e reduzir o impacto da alta dos preços dos combustíveis, devido à guerra envolvendo Estados Unidos e Irã.


Por outro lado, diz a matéria, as medidas devem pressionar a inflação no país e dificultar a redução dos juros pelo Banco Central, afirmam economistas ouvidos pela autora.


“Parte dessas medidas vai significar alívio direto no bolso dos brasileiros neste ano, como a redução do Imposto de Renda para a classe média e a ampliação de benefícios para os mais pobres, através dos novos programas Gás do Povo (distribuição de botijões) e Luz do Povo (descontos na conta de energia”, destaca o texto.


O aumento da isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil e a redução da alíquota para quem ganha até R$ 7.350, mudanças que começaram a valer em janeiro, devem evitar a arrecadação de algo entre R$ 30 bilhões e R$ 40 bilhões, segundo projeções de instituições financeiras, como BTG Pactual e ARX Investimentos, beneficiando 15 milhões de pessoas.


Questionado pela BBC News Brasil, o Ministério da Fazenda disse que não tem uma projeção atualizada do impacto da mudança. Todavia, um dos especialistas ouvidos disse que “o outro lado dessa política de expansão do poder de compra das famílias e da oferta de crédito, nota o economista, é o aumento da pressão sobre a inflação e os juros”.


Saiba mais em www.bbcbrasil.com.


No Rio de Janeiro, matéria d’O Globo com o título: “Com novo programa, Lula quer reduzir endividamento dos brasileiros, de olho nas eleições”, segue na mesma toada da torração do dinheiro alheio.


O texto segue afirmando que o “petista se comprometeu com o tema na campanha de 2022, mas Desenrola não foi suficiente. Com maior acesso ao crédito e juros altos, 'enrolados' têm dificuldade de sair da ‘bola de neve’”.

“A seis meses da eleição, o governo Lula corre para tentar reduzir o alto nível de endividamento que corrói a renda de boa parte da população. É uma tentativa de reduzir a rejeição nas pesquisas às vésperas de o presidente concorrer à reeleição e não descumprir uma das principais promessas da campanha que lhe deu o terceiro mandato”, diz a matéria assinada por por Thaís Barcellos e Lívia Mendes.


Com efeito, até às portas, divisórias, paredes e mobília do Palácio do Planalto e do Ministério da Fazenda sabem que Lula, desde sempre, só sabe fazer política torrando dinheiro que não é dele, seja para parir um Mensalão, chancelar um Petrolão para, com isso, ganhar eleições.





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Toni Remigio
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