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Legado da COP 30: participação da sociedade civil transformou discussão climática.

O jornal Folha de S. Paulo publicou uma matéria sobre um dos maiores legados da COP 30: a participação da sociedade civil.


Para além dos muros da Blue Zone, onde as decisões eram tomadas, a população tomou as ruas e os espaços para discussão sobre as mudanças climáticas e eventos paralelos.


Um dos destaques da Folha foram as casas temáticas, organizadas por OCSs e instituições coletivas. Espalhadas pela cidade, mais de 70 surgiram como pontos de encontro para debates e articulações.


As casas garantiram programações intensas de palestras, rodas de conversa e espaços de visibilidade para iniciativas voltadas a enfrentar os desafios climáticos e socioambientais.


Algumas geraram momentos de integração e acolhimento, como foi a Casa Ipê que oferecia aos participantes deliciosas refeições paraenses para acompanhar seus ciclos de debate.


Outros espaços foram para além do período da COP 30, funcionando por mais tempo e servindo mais funcionalidades para a população paraense.


Outro destaque da participação da sociedade durante a COP 30 foi a Marcha Mundial pelo Clima. O evento reuniu 70 mil pessoas em Belém, e foi a retomada da Marcha após dois anos sem ter sido realizada pelas restrições dos países sede anteriores.


A retomada da marcha reafirmou algo essencial: sociedades democráticas produzem espaços de participação que moldam a agenda pública. Esse movimento coletivo, plural e legítimo mostrou que há energia social acumulada para enfrentar a crise climática com firmeza e persistência.


A Folha destacou que, muito mais que negociações burocráticas, a COP 30 mostrou que a participação da sociedade civil na discussão climática é fundamental.


Créditos da imagem: Agência Brasil.




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Toni Remigio
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