Em Marabá, chegada de salas modulares amplia a capacidade de atendimento da rede municipal de ensino
Salas modulares levam, geralmente, um dia para serem montadas, a depender da quantidade
A Secretaria Municipal de Educação de Marabá (Semed) iniciou a instalação de salas modulares em cinco unidades da rede municipal de ensino. A novidade chega para adequar demandas de escolas e Núcleos de Educação Infantil (NEI), ampliando a capacidade de atendimento.
A
construção modular utiliza painéis termoisolantes, que são
compostos por chapas de aço galvalume e poliisocianurato, uma
esponja plástica rígida, além do acabamento com pintura
eletrostática.
“As
estruturas modulares são um método construtivo bastante utilizado
em outras regiões do país, tendo em vista a questão da viabilidade
em termos de tempo para se edificar uma construção, a questão
econômica com relação à própria edificação, que você tem
várias possibilidades de organizar e disponibilizar os espaços”,
explicou o diretor de Logística da Semed, Nelis Rodrigues.
As
salas modulares levam, geralmente, um dia para serem montadas, a
depender da quantidade.
Esse é um processo bem mais célere do
que as construções convencionais em alvenaria, que duram meses.
As
escolas atendidas receberão salas modulares duplas, de 36 m², ou
triplas, de 54 m², de acordo com a demanda de cada uma, pois o
modelo construtivo permite maior versatilidade na organização dos
espaços.
As
escolas que recebem as salas modulares neste primeiro momento são:
Maria Ilan Rodrigues Jadão, no bairro Cidade Jardim; Urbano
Cantuário, que atende os PAs Tibiriçá e Alegria; Maria de Jesus
Soares, na Folha 35; CMRio, na Folha 13; e NEI Maria Clara Machado,
no bairro Laranjeiras.
O
diretor do NEI Maria Clara Machado, José Rodrigues, destaca o quanto
a chegada das salas modulares será importante para o trabalho
desenvolvido na unidade.
“Como
são quatro salas, em uma delas vai funcionar o Atendimento
Educacional Especializado. Com essa ampliação, quando a gente for
reorganizar as turmas, a gente vai fazer uma divisão para facilitar
mais o trabalho das professoras”, ressalta o diretor.
Em
alguns casos, as salas modulares serão utilizadas para reorganizar
as turmas e incorporar outras que funcionam fora da escola, como é o
caso da Maria Ilan Jadão; em outros, as salas serão necessárias
para absorver a demanda de alunos da comunidade, que estavam em
escolas de outros bairros, como é o caso da Maria de Jesus Soares.
No
NEI Maria Clara Machado, a novidade chega para ampliar a oferta de
vagas para o bairro Laranjeiras, e no CMRio, as novas salas serão
utilizadas para as práticas de música e artes marciais.
“A
estrutura modular, além de oferecer essa questão da celeridade,
também oferece conforto porque já vem estruturada para receber os
alunos, com piso, teto, climatização, parte elétrica. Tudo isso é
um avanço do ponto de vista da rapidez no atendimento, pela
necessidade, que era de curto prazo”, reitera Nelis Rodrigues.
Para
o secretário adjunto de Obras de Marabá, Dario Veloso, a chegada
das salas modulares acelera os processos de construção,
principalmente porque precisam apenas ser montadas, vindo com os
sistemas elétrico e hidráulico inclusos.
“É
uma coisa que já vem praticamente pronta e muito rápida de ser
montada e com baixíssima necessidade de mão de obra para montagem.
Esses módulos são comprados e ficam permanentemente dentro da
Prefeitura, dos espaços públicos. Servem para escolas, postos de
saúde, ação social também. É antichama, duradouro”, explanou o
secretário adjunto.
Com informações e
imagem: www.maraba.pa.gov.br
