Em OESTADONET: Santarém é o sétimo município que mais recebeu repasses de ICMS no Pará em junho.
Veja quanto os municípios da região oeste do estado receberam de cota do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços
A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) divulgou os valores dos repasses do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) destinados aos municípios paraenses referentes ao mês de junho de 2026.
No ranking estadual, Parauapebas lidera
com R$ 56,05 milhões, seguido por Belém, com R$ 54,69 milhões, e
Canaã dos Carajás, com R$ 52,59 milhões. Entre os municípios do
oeste do Pará, Santarém foi o mais contemplado, ocupando a sétima
colocação geral, com R$ 14,17 milhões.
De acordo com os dados da Sefa, após Parauapebas, Belém e Canaã dos Carajás, completam as dez maiores transferências do estado Marabá (R$ 31,45 milhões), Ananindeua (R$ 19,89 milhões), Barcarena (R$ 19,09 milhões), Santarém (R$ 14,17 milhões), Itaituba (R$ 11,03 milhões), Castanhal (R$ 10,01 milhões) e Paragominas (R$ 10 milhões).
No
oeste paraense, Santarém lidera o ranking com R$ 14,17 milhões,
enquanto Itaituba ficou na segunda posição regional e oitava no
estado, com R$ 11,03 milhões.
Em seguida aparecem
Oriximiná, que recebeu R$ 5,72 milhões, Jacareacanga, com R$ 5,69
milhões, Novo Progresso, com R$ 4,20 milhões, Juruti, com R$ 3,54
milhões, Almeirim, com R$ 3,30 milhões, Terra Santa, com R$ 2,44
milhões, Uruará, com R$ 2,34 milhões, Monte Alegre, com R$ 2,20
milhões, Alenquer, com R$ 2,15 milhões e Óbidos, que recebeu R$
2,07 milhões.
Na sequência aparecem Rurópolis (R$ 1,83 milhão), Prainha (R$ 1,59 milhão), Belterra (R$ 1,59 milhão), Aveiro (R$ 1,58 milhão), Mojuí dos Campos (R$ 1,57 milhão), Placas (R$ 1,32 milhão), Trairão (R$ 1,30 milhão), Faro (R$ 1,25 milhão) e Curuá, que registrou o menor repasse entre os municípios do oeste do Pará, com R$ 854,7 mil.
Os
valores divulgados pela Sefa incluem a parcela destinada ao Fundo de
Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).
Os
repasses do ICMS constituem uma das principais fontes de receita para
os municípios e são utilizados no financiamento de serviços
públicos essenciais, como saúde, educação, infraestrutura e
manutenção da máquina administrativa.
Com informações e imagem: www.oestadonet.com.br
