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Daniel Santos entre fatos, versões, traições, denúncias, truculência, processos e (muitas) acusações

É duro iniciar a leitura dos jornais de domingo e se deparar com vídeo enviado por um amigo e nele ouvir a fala fanha e cínica do político Daniel Santos, o doutor Daniel.

Naquele tom anasalado que não tem Glorinha Beuttenmüller rediviva ou reencarnada que dê jeito, o nacional começa o blablablá e, lá pelas tantas, diz que não é perfeito; jura?

Sim, o fanho anda menos fanho, afinal, dinheiro, muita pila, cascalho pra caramba, vento, pacurú, couro de rato, não lhe falta desde, pelo menos, 2013, quando tivera início sua vertiginosa ascensão financeira.

Nesses poucos mais de quase treze anos de vida pública, o doutor saiu de uma mixaria em patrimônio para atingir o seleto grupo dos muito ricos, milionários, riquíssimos, estribados.

Os jornalões
O Globo, que em sua edição dominical de 24 de maio último publicou editorial com o título: “Lula não encontra limite em sua gastança eleitoreira”, tratou da violência em sua manchete de hoje como tema central da campanha que se encerra em outubro.

Enquanto neste dia de início formal da campanha eleitoral, foi a vez da “lulista” Folha de S. Paulo colocar um editorial na 1ª página do periódico dizendo que: “É urgente colocar as contas públicas nos trilhos”.

Também na capital paulista, o seu “conterrâneo” e histórico defensor da democracia liberal, o vetusto O Estado de S. Paulo, trata da sucessão presidencial em sua manchete de capa para, na editoria de Economia, brindar seus leitores com a análise do up to date Marcos Lisboa, de que resta evidente uma desaceleração econômica em 2027, fruto da gastança desenfreada do governo federal. 

Pesadelo
Não precisa ter o currículo acadêmico e profissional de Lisboa para crer no período de trevas que vem por aí em matéria de crescimento econômico e combate à pobreza.

Basta voltar um pouco no tempo e lembrar o período Dilma Rousseff e o desastre que foi a tal da “nova matriz econômica”, seu fiasco, consequências e ruína econômica causada pelo seu voluntarismo e irresponsabilidade na matéria, em 2015, primeiro daquele que seria o seu segundo mandato presidencial.

Todavia, um cenário interno ainda pior para nós, paraenses, é vislumbrar uma hipotética vitória do espectro barbudo e cara de Hezbollah de Ananindeua, vez que, contra todos os prognósticos, ele saia vitorioso das urnas.

Um governador fanho, cercado de acusações de corrupção, desvios e compadrios, assediando fornecedores e possíveis contratados do poder público estadual desde o anúncio do TRE-PA sobre a sua vitória até 31 de dezembro, às vésperas de 06 de janeiro de 2027, nova data da posse dos governadores eleitos em outubro, é o que se descortina.

Afinal, um dos motivos - é óbvio - para os bolsonaristas o aceitarem mesmo mega cabreiros pelo perfil do indigitado e ter o barba ao lado, somado ao desgaste em responder pelos inúmeros - caso questionados -, milhões de desvios de dinheiro público dos quais ele é acusado de surrupiar, ainda ter de aguentar o mimimi emitido por aquela voz palha diariamente nos ouvidos, foi o fato dele ter a ponta, a beira, os milhões para gastar e bancar a campanha.

Sim, como cidadão, seria de lascar aguentar um governo desse jeca deslumbrado e corrupto, seus sinais exteriores de riqueza e a truculência que emana de esbirros, robôs e sujeitinhos metidos a capitães do mato que o cercam.

Talvez investidos de alguma orientação “superior”, essa gentinha covarde se vale de perfis falsos ou da segurança que o anonimato lhes confere para ameaçar, xingar, ofender, caluniar, injuriar ou difamar quem ousa colocar na rede mundial evidências das traficâncias e delinquências desse sujeito dotado da instintiva e inata vontade de trair aliados, pilhar o dinheiro público e charlar de magnata em meio a jatinhos, latifúndios, mansões e coleções de relógios de luxo de dar inveja ao petista Jaques Wagner e a outro deslumbrado e ladrão de dinheiro público, o advogado Nelson Wilians.

Desafio
Dito isso, lanço aqui um desafio ao estimado leitor e à cara leitora; que qualquer um ou uma passe a vista em posts deste que vos fala no Instagram, sejam reproduções de colunas de análise e opinião ou, por exemplo, quando o doutor fora afastado, em agosto do ano passado, e apresente uma única interação em que o defensor do político escrevera algo defendendo-o ou exaltando a sua vitória nas urnas este ano e eu os tenha censurado.


Aposto que não achará, pois tenho raízes e convicções democráticas, afeitas ao debate dialético e respeito sagrado ao contraditório e opiniões alheias. Isso se dá por devoção genuína aos pilares de uma democracia qual foi pensada pelos “fundadores” da nossa civilização ocidental, os greco-romanos.

Em minhas redes sociais, somente são bloqueados e respondidos à altura das baixarias que escrevem, aqueles (as) que atentem contra a minha honra e independência intelectual. Não é de hoje que essa canalha, uma malta de vagabundos covardes, agride quem deles ousa discordar.

Comigo não, violão
Como jornalista, sou devoto do respeito às evidências e à “sua santidade o fato”. Na esteira, tenho lado e opinião. Esse papo de isenção quem decide é a renda de cada um e as determinações da Receita Federal.

Não duvide, “isentões” à esquerda e à direita, são extremistas e/ou convertidos que só andam acompanhados de quem pensa como si e “paga” de isento quando é obrigado a se deparar com alguém que pensa diferente.


Veja bem, “obrigado”, seja por relações que se impõem no trabalho, subordinação ou interesse pessoal. Afinal, um lobista reaça ou o “petista empresário”, precisa dos contratos quando os governos mudam.

Escândalos pra todos os gostos
Dada a largada formal pelos votos de sua excelência o eleitor em tempo de campanha, imagino a quantidade de vagabundo que irá vagar pelo mundo virtual ofendendo, ameaçando, injuriando e caluniando.

Os mesmos que, invariavelmente, lotados em poderes, órgãos e repartições públicas, até outro dia eram “Helder até morrer” e agora falam em “ditadura dos Barbalhos”. Hipocrisia, cara de pau, filistinismo, falta de vergonha na cara, tudo isso a gente vê por aí.

Declaração de voto
O fato de ser filiado ao PSDB desde 2007 (sendo oposição aqui e em Brasília); de ter votado entre 1989 e 2014 no partido, não me impediu de migrar para Bolsonaro em 2018, com vistas a impedir o PT de voltar ao poder, bem como de me decepcionar com o presidente esfaqueado e eleito naquele ano logo após a sua eleição e antes da posse.

Ainda que aplauda nomes como Paulo Guedes, Tarcísio, Tereza Cristina, Salim Mattar e outros condestáveis da república indicados por ele. Em 2022 votei no Novo, cujo candidato foi o cientista político Luís Felipe D’Avila.

Mesmo certo da derrota do meu candidato ao governo do estado em 2018, por questão de princípios e valores democráticos, votei em Márcio Miranda.

Reconhecendo os méritos do governador Helder, nele votei na eleição seguinte, posto que da militância política no PSDB local já estava afastado desde 2014.

Cumpre, aliás, registrar, que os donatários locais do PSDB já haviam embarcado na canoa governista emedebista desde 2018. Ponto.

É óbvio que um cidadão de centro-direita raiz como eu, abrigado no PSDB por pragmatismo e profunda admiração pela geração de 1930, onde pontificavam FHC, Mário Covas e Almir Gabriel, vez que tivesse crença em alguma liderança que pensasse o Pará e o Brasil nesse mesmo espectro político, teria uma outra alternativa desde o 1º turno das eleições locais, caso esta existisse.

Agora, votar em alguém que está aí posto nesse saco de gatos, um grupo formado na undécima hora em primeiro lugar pelos que tiveram interesses contrariados pelo grupo hoje hegemônico, uma fauna que une do ex-comunista Jordy ao pastor Zequinha; do folclórico Wlad ao bom de briga Éder Mauro e demais demagogos e batedores de carteira menos votados, aqueles mesmos que, durante ou após pilhar recursos e verbas públicas que deveriam servir a incautos eleitores, saem por aí gritando “pega ladrão”.

Ora, faça-me o favor!

Projeção
Ao escolher a arte que ilustraria este texto, o fiz sabendo que vai começar a baixaria desses vagabundos pagos com dinheiro desviado e teimam em apontar o dedo ofendendo quem deles discorda, freudianamente podendo ser traduzidos da seguinte forma:

“Quando ofendes de forma injusta, mentirosa, caluniosa, injuriosa ou difamatória outrem, o fazes querendo induzir ao erro de quem lê, e que teu alvo tem, na verdade, os teus defeitos, ou pratica os crimes que tu praticas”. 


Afinal, não precisa ser especialista em psicanálise para perceber que a falta de argumentos e massa cinzenta é a raiz desses jumentos travestidos de bípedes, que projetam no outro aquilo que tentam esconder sobre si próprios.


P
onto final
Dito isso, encerro da seguinte forma:

- Sai fora, apedeuta, vagabundo, esbirro, franja, mentecapto, filisteu, inútil, beócio, pomba lesa, tchupica, sem-vergonha, mequetrefe, mula, gado, imundo, otário, et caterva.   







 





 







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Toni Remigio
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